Neuroinfecção


“Não há receita exata no tratamento de abcessos cerebrais. Há opções como algum agente bacteriano ou tratamentos cirúrgicos”, explicou Nelson Saade, durante o Congresso Paulista de Neurologia, da APAN. Ele esteve em companhia de Maria Elizabeth Ferraz (com a aula “Meningite na Emergência”), Hélio Gomes (“Neurolisteriose”) e José Vidal (“Manejo das meningites crônicas” e “Infecções neurológicas em pacientes com AIDS”). Ainda na parte da manhã, participaram Sandra Matas (“Infecções do Sistema Nervoso por bacilos ácido-álcool resistentes”) e Wellington Flores (“Infecções do Sistema Nervoso por espiroquetas”). Após o almoço, Mateus Simabukuro falou das diferenças entre encefalites virais e inflamatórias, fazendo, inclusive, um breve histórico das encefalites autoimunes e sua evolução. Estiveram no púlpito também Bruno Guedes (“Envolvimento neurológico na febre amarela”), Augusto Penalva (“Comprometimento neurológico pelo zika vírus”), Marzia Puccioni-Sohler (“O exame do LCR no diagnóstico das arboviroses”), Avindra Nath (“Modern approaches to pathogen discovery in CSF”), Osvaldo Takayanagui (“Medidas de controle da neurocisticercose”), Carlos Senne (“O exame do LCR no diagnóstico das mielopatias”) e o coordenador da mesa, Ronaldo Abraham (“Tratamento da neurocisticercose: uma metanálise”).

APAN | Associação Paulista de Neurologia

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