Neurointensivismo



Eva Rocha abriu a Sala 3 – Prof. Roberto Melaragno dando aula sobre “Síndrome de Vasoconstrição reversível, Leucoencefalopatia posterior reversível e vasoespasmo: um espectro?”. Na sequência, a mesa – coordenada por Gisele Sampaio – recebeu Flávia Carvalho (falando sobre “Quando o paciente com dissecção arterial cervical e intracraniana vai para a UTI?”), Fabiano Moulin (“Pressão Intracraniana: ainda à procura do Santo Graal) e Maria Julia Charrion (“Estudos clínicos em terapia intensiva neurológica: o que aprendemos?”). Após o intervalo, a sala teve uma dinâmica diferente ao abordar as controvérsias em terapia intensiva neurológica, com especialistas defendendo ou não a prática ou procedimento. Danyele Sadala defendeu o “Sim” e Airton Leonardo o “Não” quando o tema foi “Abrindo a caixa preta: monitorização multimodal, fazer ou não fazer”. Sobre “O uso de escores em terapia intensiva neurológica: útil?”, Raul Valiente mostrou o lado favorável e foi contraposto por Daniela Laranja Rodrigues. Na sequência, Maramélia Miranda apresentou o lado do “Sim” para a questão “Controle rigoroso de temperatura em pacientes neurocríticos: sempre?”, enquanto Flávio Carvalho mostrou o “Não”. Por fim, Carolina Rouanet defendeu o “Sim” e Fabio Machado o “Não” para o tema “Hipertensão induzida no tratamento da isquemia cerebral tardia: útil?”.

APAN | Associação Paulista de Neurologia

Assessoria de imprensa 

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